O programa CQC, da Band, desta
segunda-feira, 7, apresentou reportagem sobre o projeto da bancada
evangélica que prevê a legalização do tratamento a homossexuais.
O projeto é do deputado João Campos
(PSDB-GO), líder da bancada evangélica na Câmara. Ele prevê que
instuições tenham permissão para oferecer tratamento aos homossexuais
que queiram se “curar”.
A questão ganhou destaque na mídia
depois que a psicóloga Marisa Lobo recebeu intimação do Conselho
Regional de Psicologia do Paraná para que retirasse de suas redes
sociais e sites pessoais todas as frases religiosas.
A psicóloga é acusada por ativistas gays
de oferecer cura ao homossexualismo. Segundo o Conselho, a decisão foi
tomada por que não pode haver vínculo entre a religião e a profissão.
Em entrevista ao CQC, Marisa afirmou que
não mudará sua orientação de fé. Ao ser questionada se o mundo ideal
seria sem homossexuais, ela respondeu que isso é utópico e que o mundo
ideal para ela é aquele sem ladrões, estupradores, assassinos,
referindo-se aos mandamentos expostos na bíblia.
Pr. Robson afirmou que a homossexualidade é um distúrbio e que ninguém nasce homossexual
Lanna Holder contou já ter feito de tudo
para se livrar do homossexualismo e que, mesmo quando era casada, tinha
que relutar contra seus desejos. Hoje ela vive com Rosania Rocha e
administra a igreja que fundou, a Cidade Refúgio, primeira igreja do
Brasil voltada aos homossexuais.
O deputado Jean Wyllys declarou-se
indignado com o projeto da bancada evangélica. Segundo o parlamentar, as
clínicas terapêuticas usam métodos violentos contra os homossexuais,
que incluem violência psicológica e física.
Já o pastor Robson defendeu que é
possível um homossexual tornar-se heterossexual e disse que afirma isso
porque aconteceu com ele. “A homossexualidade é um distúrbio. O
sentimento homossexual é algo aprendido, ninguém nasce homossexual”,
afirmou o pastor. Hoje Robson é pastor, casado e tem filhos.
A reportagem não apresentou entrevista
com alguém que já tivesse passado por tratamento nesse tipo de clínica
ou que apresentasse uma outra versão de como é o tratamento.
Entrevista com CQC pode incrimiar psicóloga
A psicóloga Marisa Lobo reclamou em seu
Twitter da edição feita pela produção do programa CQC. Segundo Marisa,
foram usadas respostas de outras perguntas que o repórter havia lhe
feito de forma imparcial, para que ela fosse prejudicada diante da
opinião pública ao dizer que é possível transformar gays em héteros.
“Seu programa @MarceloTas editou a
matéria de um jeito, para me cassarem, mas vou pedir na justiça, a
original sem cortes vcs são malandros” (sic), escreveu Marisa Lobo em
seu twitter.
Ao editar as falas de Marisa, o programa pode fazer com que de fato ela perca seu registro de psicóloga.
Marisa recebeu diversas ameaças e
críticas por sua participação no programa, mas também recebeu apoio de
diversos cristãos que concordam com o que ela afirmou diante das
câmeras.
Em outra mensagem escrita por ela no
microblog, Marisa afirma que gravará um programa com o deputado federal
Marco Feliciano mostrando as respostas que não foram exibidas na edição
do CQC.
Veja o vídeo
Fonte: The Christian Post e Gospel Prime
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